Você se lembra da última vez que assistiu filmes futuristas de ficção científica como Minority Report e duvidava que pudesse ser realidade tudo o que acontecia no script?

Pois bem, já fazem cerca de 14 anos que Minority Report foi lançado, e foi sucedido com blockbuster como Eu Robô e Avatar, também com olhares futuristas sobre interações máquina e ser humano.

É certo afirmar que a criatividade trouxe a tona a atitude para inovar e alguns projetos já estão presentes em nossas realidades.

A Internet das Coisas (Internet of Things, IoT, em inglês) é uma revolução tecnológica a fim de conectar dispositivos eletrônicos utilizados diariamente, como: eletrodomésticos, celulares, máquinas industriais, meios de transporte, tênis, carros, pessoas (isso mesmo, pessoas!), entre outros, à Internet, cujo desenvolvimento depende da inovação tecnológica e desenvolvimento de equipamentos como os sensores wireless, inteligência artificial e nanotecnologia.

As possibilidades que a Internet das Coisas pode gerar são infinitas, ainda mais na atualidade, onde as redes estão conectadas e o capital tecnológico começa a estruturar novos modelos de negócios.

IoT continua sua corrida como uma das palavras-chave de tecnologia mais popular do ano* e vem impressionando pelo número de dispositivos que são conectados a cada dia ao redor do globo.

Segundo estudos e projeções realizados por empresas globais de consultoria, até o final deste ano teremos 22,9 bilhões de “coisas” conectadas, ou seja, teremos 15,4 bilhões de coisas conectadas a mais do que pessoas vivendo no mundo.

Mapa IoT
Fonte: BBVA Open Mind

E as pesquisas indicam que até 2020 serão cerca de 50,1 bilhões!

Confira o boom astronômico da evolução deste mercado de 2012 e com projeções para os próximos 4 anos.

Dados IoT
Fonte: Statista, 2016

IoT irá produzir um tsunami de grandes dados, com uma contínua e rápida expansão de dispositivos e sensores conectados à Internet de Coisas, o volume de dados que estão sendo criados por eles aumentará para um nível astronômico. Estes dados terão insights extremamente valiosos sobre o que está funcionando bem ou o que não está.

Existem diversas empresas que já atuam com IoT mundialmente e incluem startups como IFTTT ou Wahoo até empresas inovadoras e consolidadas em seus mercados de atuação como IBM, Cisco e GE.

Confira na figura abaixo o mapa das empresas que atuam com IoT no mundo:

Iot Landscape
Fonte: FirstMark Capital, Matt Turck, Sutian Dong

Esta revolução que cresce exponencialmente pode ser um fator crucial para otimizar sistemas complexos como transportes e até auxiliar em sistemas orgânicos, como corpo humano.

Da saúde à construção. Da indústria a segurança.
Confira alguns exemplos de dados gerados pela Internet das Coisas e como serão cruciais para melhoria das dinâmicas que presenciamos e nosso cotidiano:

  • Dados que ajudam cidades a prever acidentes e crimes;
  • Dados que dão aos médicos informações em tempo real sobre indicadores de marcapassos ou biochips;
  • Dados que otimizam a produtividade em todos os setores através de manutenção preditiva em equipamentos e máquinas;
  • Dados que criam casas verdadeiramente inteligentes com aparelhos conectados;
  • Dados que fornecem a comunicação crítica entre carros self-driving;
Aplicações IoT
Fonte: Harbor Research & Postscapes

Essa é a boa notícia. Mas ainda estamos muito aquém de entender todos os dados e revê-los com métodos tradicionais, simplesmente porque leva-se muito tempo.

O desafio mais complexo então, além de criar estas tecnologias, é de entender os dados e melhorar a velocidade de grande análise de dados (estamos falando Terabytes de dados) e a exatidão da grande análise de dados.

De toda maneira, o primeiro passo (e que passo!) já foi dado para uma revolução na maneira de interagirmos com as coisas e com as pessoas ao nosso redor.

Nos resta entendermos as reais necessidades e continuarmos estudando as formas de interações entre pessoas e dispositivos (“coisas”) para desenvolvermos meios mais efetivos de analisar os dados gerados para mitigar problemas sociais.

*Segundo Google Trends, o termo Internet das Coisas pesquisados no Google teve uma relevância nos meses de Outubro e Novembro de 2016 de 100 pontos, sendo mais procurado na Coréia do Sul (100), Taiwan (55) e Japão (53). Brasil ficou em oitavo, com 10 pontos de relevância. (Pesquisa realizada no Google Trends, considerando os dias 09 de outubro à 09 de novembro de 2016).

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Category: TECNOLOGIA

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