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Intel pode ajudar a prolongar a lei de Moore com nova tecnologia de chips 3D

Intel pode ajudar a prolongar a lei de Moore com nova tecnologia de chips 3D

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Gigante norte-americana de chips desenvolveu uma nova maneira de empilhar os componentes de um processador uns sobre os outros.

Intel revelou uma nova tecnologia de fabricação chamada Foveros que, segundo ela, ajudará a impulsionar o desempenho de uma série de chips, desde processadores core até aqueles projetados especialmente para aplicações de inteligência artificial (AI). Ele diz que os primeiros semicondutores construídos usando a nova tecnologia estarão disponíveis em 2019.

Fim de uma era que perdurava desde 1965

Alguns especialistas do setor têm previsto o fim iminente da Lei de Moore, segundo a qual o número de transistores que podem ser empacotados em um chip dobra aproximadamente a cada dois anos. Isso impulsionou enormes avanços no poder de computação por décadas e tornou possível todos os tipos de dispositivos, de smartphones a supercomputadores.
 
Mas agora é incrivelmente difícil reunir mais elementos nas arquiteturas 2D, o que desencadeou iniciativas para criar novas formas de melhorar o desempenho do silício. Os chips de memória que armazenam coisas como conteúdo de aplicativos móveis já usam uma abordagem 3D há algum tempo, mas os esforços para construir poderosos processadores da mesma maneira repetidamente fracassaram em preocupações com custo e eficiência de energia.

A Intel diz que coisas como novos materiais de isolamento que dissipam o calor e um novo processo de fornecimento de energia ajudaram a empresa a superar essas desvantagens. Além de aumentar o poder de processamento, o Foveros também facilita a troca de transistores para usos específicos – por exemplo, aqueles que são particularmente adequados para a execução de aplicativos sem fio de Inteligência Artificial (AI, em inglês) ou 5G.
 
A Intel precisará mostrar que pode fabricar processadores 3D de maneira eficiente e lucrativa em escala.

Processador Intel
Processador Intel (Foto: Google imagens)

Linley Gwennap, analista da indústria de chips, acredita que a nova abordagem pode funcionar bem para processadores de baixa potência, mas ele é cético quanto aos processadores de alta potência que compõem a maioria das linhas de produtos da empresa. Isso ainda pode permitir que a Intel ajude a impulsionar o desenvolvimento de toda uma nova geração de smartphones e outros dispositivos de consumo.

Fato é que necessitaremos de hardwares muito mais ágeis, eficientes em custo e processamento e também que supram as demandas crescentes do mercado, principalmente no que se refere a hardwares robustos que  consigam resistir a elevadas taxas de dados armazenados e gerados, como no caso do que são necessários para tarefas envolvendo tecnologias como Inteligência Artificial, IoT, Mineração de criptomoedas, entre outros.

Traduzido e adaptado de texto oficial de Martin Giles.

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